Pensamento para todos os dias


* A PAX começa no coração *

QUE NINGUÉM SE ENGANE; MAS AO CONTRÁRIO, SE PREPARE! - porque isto não é nenhuma blague

"No momento da morte, quando a alma deixa o corpo físico - mesmo que não tenha cometido pequenas faltas, ou maiores, como os crimes - ela passa sempre pelo inferno, antes de alcançar as denominadas regiões Superiores (ou Paraíso, onde vivem os eleitos).
Na Árvore Sefirótica - ou "Árvore da Vida" na Cabala - vem descrita uma região sombria, representada pela parte inferior da esfera da Lua. É aí, que todas as almas vão ter de permanecer por longos períodos, ou de passsagem até, mal deixem a terra - antes mesmo, de acederem ao Sol. Todos sem excepção, passam por aquele lugar - embora nem todos vivam essa passagem do mesmo modo.
A diferença está na Aura! - A tal energia de luz, que cada pessoa/alma possui! - Esse campo que se mostra colorido até, mas que não se detecta nalguns.
A saber: Os seres humanos que dedicaram a sua vida na terra ao amor, sabedoria e verdade, permanecem envoltos numa luminosidade tal, que, mal atravessem aquela região inferior, ficam insensíveis ao mínimo sofrimento. E isso dá-se, porque estão protegidos pela sua própria luz! - Tanto assim, que, quando passam pelos seres demoníacos, observam a péle deles a estalar e a decompor-se, resultado do poder que o Fogo Divino tem, de tão poderoso que é, e por isso anula qualquer "poder" das chamas do inferno.
Está escrito que Jesus «desceu aos infernos».
E muitos questionam-se, porque razão teria ido ELE até lá?
A resposta está no Amor incondicional que Jesus tem por nós: foi salvar almas, antes de se elevar até ao Pai Celeste.
Também a alma, na sua evolução, e após anos de trabalho e de purificação, irá atravessar essas regiões ainda desconhecidas, de seu nome, inferno. Essa provação, pode ser sentida como uma espécie de morte, mas que faz parte de qualquer Iniciação. E na vida espiritual, ela é sempre seguida de ressurreição.
A preparação da pedra filosofal está igualmente baseada nesse princípio; e é assim, se deve interpretar a morte e a ressurreição de Jesus".

(In: Omraam M. Ivanhov)

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